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Primeira página

Quando resolvi criar este espaço, o fiz pensando no quanto sofri para encontrar informações técnicas do jogo de damas nos meus 10, 11, 12 anos de idade.

Era uma época difícil em termos de se encontrar um livro qualquer, por mais simples que ele fosse.

Em língua portuguesa havia somente o “Jóias do Jogo de Damas” e o “Curso de Damas Brasileiras”, ambos publicados por W. Bakumenko. O livro de G,. Izidoro era de 100 casas e, naquele momento, eu não estava interessado em jogar 100 casas. A compreensão da beleza e até mesmo da importância do tabuleiro de 100 casas só veio acontecer anos mais tarde.

Os livros de Bakumenko eram bons, mas eram insuficientes para mim. Nos meus 12 anos de idade eu queria mais, muito mais.

A comunicação ainda era péssima. Morava em Piracicaba e até mesmo um telefonema para São Paulo era difícil. Era necessário pedir para a telefonista e aguardar horas para que a ligação se completasse. A única saída era ir para São Paulo, a capital, e tentar encontrar algo.

Em 1969, aconteceu em Piracicaba um evento chamado Olimpíada Educadora. Era uma Olimpíada promovida por uma rádio local. E tinha jogo de damas ! Andando pela rua, perto de minha residência, no bairro Vila Rezende, pregado em um poste vi um cartaz anunciando essa Olimpíada e vi jogo de damas na lista das modalidades. Fiquei feliz e me inscrevi.

Estava com 13 anos de idade. A Olimpíada era uma única categoria. Foram 156 inscritos !! E, pisando pela primeira vez o clube C.C.R. Cristóvão Colombo, iniciei minha primeira competição damística. Meu primeiro adversário foi Fausto Longo, que até hoje fala para todo mundo que teve o prazer e a honra de ter sido o meu primeiro adversário. Mesmo tendo perdido, aliás, mesmo tendo tomado um ´coro daqueles´!

Continuei a competição e, como era eliminatória, o número de participantes foi diminuindo. E, quando sobraram 4 e eu era um deles, já estava todo feliz e chamando a atenção dos organizadores. E aí fui para a final contra Miguel Godinho Blumer, que naquele momento era forte para mim. A final foi uma melhor de 3, onde ganhei a primeira, perdi a segunda e, na terceira, entrei um final de 3 damas contra uma. E não ganhei! Eu não sabia que existia uma ciência chamada “ A Forçada”. Empatamos aquela partida e fomos para a seguinte. Aí perdi e fiquei em segundo lugar nessa minha primeira jornada damística. Mas foi aí que aprendi muito. Ganhei de presente, das mãos de Eduardo Libardi, o livro “Curso de Damas Brasileiras”, de W. Bakumenko e aprendi a fazer a Forçada !

E ganhei muitos amigos. Daniel Libardi, Eduardo Libardi, Laurindo Pontim, e outros, muitos outros.

Eduardo e Daniel Libardi tinham uma banca no Mercado Municipal e lá eles tinham um tabuleiro e durante todo o dia dezenas de pessoas passavam lá para jogar ´umas partidinhas´.

E, a partir daí, ia na aula pela manhã, no Colégio Monsenhor Jerônymio Gallo e por volta de uma da tarde pegava um ônibus e ia para o Mercado Municipal e ficava lá até umas 5 da tarde, jogando, jogando, jogando ... e aprendendo, aprendendo ...


continua ...